segunda-feira, 26 de novembro de 2012

“O LIVRO DOS PIRATAS DA BARRA” - (12/12/2012) Os primeiros arcanos a relatarem o final dos tempos foram; - “O Calendário Maia”, sistema de calendários e almanaques distintos, usados pela Civilização Maia da meso-América pré-colombiana, datado do século VI a.C. onde a deidade Itzamna deu o conhecimento aos Maias ancestrais... “Os Livros Sibilinos”, que são uma declaração do oráculo de Cumas e continham todo o conhecimento do futuro, comprados da Sibila por Tarquínio, o Soberbo entre 535 a.C – 496 a.C ... “As Centúrias”, escritas por Nostradamus e que contém as previsões feitas por Michel de Nostredame (1503-1566)...” O Livro dos Piratas da Barra” manuscrito que prediz o futuro da cidade de Iguape, litoral sul do Estado de São Paulo, Brasil, encontrado no início do século XVII na Jureia. Foi seu Ditinho Caiçara, morador do bairro de Icapara, dono de um alambique e inventor da aguardente conhecida como Caa-chaça, quem encontrou no ano de 1630, junto a um tesouro pirata, o famoso manuscrito. Reuniu- se com os poderosos da época, isso é, um caçador de índios fujões, um vigário, um comerciante de secos e molhados, um minerador autônomo, um sargento de milícias, um representante da corte portuguesa, uma cartomante e um barqueiro, leu o manuscrito e o trancou em uma pequena arca, distribuindo nove chaves aos presentes no encontro secreto, eis o porquê de se dizer que o segredo foi trancado a nove chaves e que o fim do mundo chegará do Icapara. O que se sabe, não oficialmente, é que o livro conta o futuro de uma cidade que terá o nome de Iguape. Na época em que foi escrito, tal cidade não existia. Pelo que consta ninguém descobriu se o autor estava em transe, em contato com Tupã, ou, fumado um baseado. “Os Livros Sibilinos” são considerados o máximo em revelações do futuro, tanto é assim, que estão guardados no Vaticano e a proibição de consultá-los se mantém, mas, são tidos como simples panfletos se comparados ao “O Livro dos Piratas da Barra”. À Sibila de Cumas, o Oráculo descreveu o formidável futuro do incipiente Império Romano, suas lutas, suas conquistas, seu legado a humanidade... Os Piratas relatam tintim por tintim mil maracutaias, politicagem, sacanagens entre nobres e pobres, a luta entre o joio e o trigo, entre brancos e negrões, a rapinagem sem consequência de bens públicos, os conchavos politiqueiros, a chegada da dengue, o inicio e o fim de uma cidade que nasceu para dar certo e permaneceu estagnada no tempo. Os descendentes dos nove que ficaram com as chaves da arca, onde foi trancafiado o manuscrito, sempre se dão bem na vida. Sabem qual o terreno a ser grilado sem problemas, qual placa de bronze ou estátua sacra roubar, o nome do futuro prefeito, das autoridades, dos mandachuvas... São aqueles que mamam descaradamente nas tetas magras do erário municipal e atravancam o progresso. A cada quatro anos se reúnem e reveem seus objetivos consultando o manuscrito. Esse segredo passado de geração em geração é tão bem guardado que ninguém desconfia, se bem que toda a população sabe que são sempre as mesmas moscas a rodearem o velho bolo. A última reunião dos detentores das chaves foi gravada, dois amigos disputavam o mesmo cargo na nova administração e viraram inimigos e implodiram o esquema secular. O que se sabe apavorou a população! O grupo vendeu suas propriedades e está dando adeus a cidade. O livro dos piratas é claro e conciso em 12/12/2012 tudo termina! Os livros Sibilinos, as Centúrias e o Calendário Maia concordam e confirmam que o fim chegará através do Icapara. Salve-se quem puder! Gastão Ferreira/2012

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