sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A ALMA ZUNIRÁ!


A ALMA ZUNIRÁ!

A alma apara as áridas arestas. Antes assim! As amarras antigas apontam apreensões amarguradas afastando os ávidos e os arrogantes. Apenas a aurora ambiciona acobertar as arredias afeições.
Basta à banalidade brutalizar a beleza em brandos brindes e o bardo brandirá a bondade bendizendo a bela borboleta a borda do bosque e o bailado brilhante de um breve beija-flor.
Em conseqüência,a cândida criatura correrá confusa. Como conseguirei cantar se comigo coexistem crises, crimes e castigos em contagiantes cismares? Cruz credo!
Certamente contribuí em cada choque à caricatura cruel de coisas compostas contra o Céu!
Desperdício em demasia! Diria o diabo. Dado o desgosto, o desespero dirigirá o dardo em direção ao depoente. Deus dá direito à defesa e dependerá Dele o decreto definitivo.
Estamos à espera da entrega da encomenda.Encontramos entraves especiais entre o espelho e o espelhado. É evidente o engôdo!O egoísmo enegreceu o ego emergente e o esquecido esfriou o entusiasmo.
Foi fácil ferir a fera faminta e felizmente fracassou seu frágil futuro. Faremos do felizardo um fraco e facilitaremos a fabricação de fofocas e futricas. Feito o fuxico... Fui!
Gananciosos geram gastos e os gastos generosos geram a guerra. Será global o gênio glutão e a grana a genial gestora e a gentil guardiã dos gigolôs.
Hoje um honesto há de homenagear a histeria. Um homem habilidoso habitará o hospício e um herói humilhará a humanidade. É a hora do holofótico e do homicida.
A ignomínia e a insensatez serão incensadas. A ignorância será o ideal imaginário e o ignaro iluminará imóvel a imprudência, indeferindo a inefável e inoperante ilusão à insegurança.
Jamais juramos juntos!O joio é justamente a justiça em jejum, um juiz jocoso justificando o jantar, uma jura juvenil,uma justa justeza.
Lamentamos a lei. Lentamente levamos a leviandade a limites letais,
um lobo local lisonjeiro, de linhagem lôbrega ludibria o litoral em locução lucrativa.
Muitos os males! Murmuramos. A mentira mistura a musa e a merda, e o miasma mina moços e moças. É moda a miopia em mixórdia?
Nada a negar! Nunca negociamos as nossas necessidades, o nexo nutre a nebulosa notabilidade em novos nepotismos.
O ouro ofusca os olhos olvidando a omissão e a oligarquia onipotente. O opositor é um obstáculo, obstrui a oferenda oficial e ojeriza odaliscas ocultas, ofendendo o ócio.
Perante o príncipe um presente é primazia. Preservamos o petardo pestífero e o petróleo será parte pessoal a persuadir pecadores persistentes.
Sem questionar as quadrilhas quando qualificadas e as quixotescas questões do quotidiano, a quizila a querelar quase quietou.
A resposta é relevante.A redundância é referente ao reinado. As recriminações,as revoltas,os requintes e os repentes requerem rápidas e rígidas reportagens.
Seremos suficientes? Os sábios,os sacerdotes,os servos e os seresteiros em sussurros sorvem os sentimentos sinistros... Santo Suicida!
Tempos terríveis! Tronos, trovões e tipos traiçoeiros torpedeando trabalhadores em tramas e traquinagens, transgredindo o transitório em tretas e tremeliques.
Uma utopia se une a urna ultrajada,os useiros usurpam sem urbanidade um usufruto universal.
Veremos! O vexame, a velhacaria, o vampirismo venal, a verborragia venenosa e sem vergonha vergará.De vítima a vencedor... A vitória virá!

Ver:- Os xavequeiros,os xeques e os xerifes xingam os xeretas.Mas a xenofobia xaroposa é xucra.
Por Zeus! Um zagal zarpou em zelos a zumbaia zombeteira e a zorra em zunzum zurziu... Só o zéfiro em ziguezague e em zunzunzum zunirá.


Gastão Ferreira

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