segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

SAUDADE


SAUDADE

Da saudade a caravana
Atravessa o meu deserto
Trazendo sonhos já mortos
Com seus sorrisos incertos.

Se a saudade matasse
Eu já teria partido
Um amor nunca se esquece
Por mais que tenha morrido...

As marcas que ele deixa
Não aparecem no rosto,
Estão gravadas na alma
E são chamadas desgosto

O riso de minha face
O meu grito prisioneiro
Por mais que dele desfaça
Tem o teu nome, teu cheiro!

GASTÃO FERREIRA/IGUAPE/SP

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